No Rio, Enfermeira Rejane 6556 defende a enfermagem e o SUS
Mais de quatro décadas dedicadas à enfermagem e à defesa dos trabalhadores da saúde marcam a trajetória da enfermeira Rejane 6556, candidata do PCdoB à Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro.
Formada em Enfermagem pela UFRJ, Rejane começou sua militância ainda no movimento estudantil e construiu uma trajetória no movimento sindical em defesa da categoria. Foi eleita deputada estadual em 2010 e reeleita em 2014 e 2018. Na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, atuou especialmente nas áreas de saúde, direitos das mulheres e defesa dos profissionais da enfermagem.
Em 2022, disputou uma vaga de deputada federal, recebeu cerca de 38 mil votos e ficou como primeira suplente da Federação Brasil da Esperança. Em janeiro de 2025, assumiu o mandato na Câmara dos Deputados após a saída de Washington Quaquá, eleito prefeito de Maricá.
Agora, na disputa por uma nova vaga em Brasília, Rejane coloca a defesa do SUS e a valorização da enfermagem entre os principais eixos de sua campanha. A candidata defende o cumprimento do piso nacional da categoria, melhores condições de trabalho, jornadas mais humanas e o fim da escala 6×1. Também pretende ampliar a participação dos profissionais da enfermagem na formulação das políticas públicas de saúde.

A defesa das mulheres trabalhadoras aparece ao lado das pautas da saúde. Autora do PL 833/2026, Rejane propõe ampliar a proteção contra assédio, violência psicológica, discriminação salarial e perseguição nos ambientes de trabalho. O enfrentamento à violência política de gênero e a ampliação da presença das mulheres nos espaços de decisão também estão entre as bandeiras apresentadas pela candidata.
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Na campanha, Rejane apresenta o slogan “A enfermagem tem cara, cor e coragem”, que traduz a identidade de uma candidatura construída a partir da categoria e da defesa dos profissionais que atuam na saúde. Com o número 6556, a candidata também reforça sua ligação com o Rio de Janeiro, estado onde construiu sua trajetória política.
“A pandemia mostrou ao Brasil algo que nós já sabíamos: sem enfermagem, não existe SUS funcionando”, afirma Rejane. A frase sintetiza uma candidatura que leva para a disputa nacional a defesa da saúde pública e dos profissionais responsáveis pelo cuidado.
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