Manu Mirella 6565: educação e desenvolvimento para Pernambuco
Criada em Maranguape I, em Paulista, Manu Mirella 6565 leva para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados problemas que conhece de perto. Falta de creches, esgoto a céu aberto, lixo acumulado e ausência de apoio às mães atípicas estão entre as questões que ela tem colocado no debate público.
Nascida em Olinda e criada em Paulista, Manu foi a primeira pessoa da família a chegar ao ensino superior público. Na UFRPE, presidiu o centro acadêmico e o DCE, participou de mobilizações pela renovação da Lei de Cotas e pela ampliação da assistência estudantil e chegou à presidência da UNE.

Da universidade à política
A própria trajetória na universidade está na origem de sua defesa das políticas de permanência. Manu diz que só conseguiu concluir a graduação porque teve acesso à assistência estudantil e cita a Lei nº 14.914/2024, que transformou a Política Nacional de Assistência Estudantil em política instituída por lei. “Quando eu falo que a educação transforma vidas, não é uma frase abstrata: eu sou resultado de uma política pública”, afirma.
Essa experiência também orienta a proposta para Pernambuco, que combina educação, ciência, indústria e geração de empregos qualificados.
Ciência, indústria e emprego
Manu defende aproximar universidades, institutos federais e centros de pesquisa da indústria e da inovação, com desenvolvimento de cadeias produtivas e tecnologia no próprio estado. A proposta também busca ampliar a participação de Pernambuco na produção de riqueza e conhecimento.
O projeto não se limita à Região Metropolitana. Agreste, Zona da Mata e Sertão, afirma Manu, precisam ter acesso a formação, pesquisa, inovação e trabalho qualificado. Petrolina, Caruaru, Garanhuns e Araripina são citadas nesse debate como regiões que podem ampliar sua capacidade de produção e gerar oportunidades em seus próprios territórios.
Juventude quer mais que sobreviver
Essa preocupação com trabalho e oportunidades se estende aos jovens. Para quem está na universidade, Manu defende políticas de permanência com alimentação, moradia, transporte e acessibilidade. Para os demais, inclui educação profissional, institutos federais, ciência, tecnologia e trabalho decente.
“A juventude não quer apenas sobreviver. Não queremos mais nossos jovens no subemprego, com mochila de iFood nas costas”, afirma.
A segurança das mulheres é outra frente da proposta. Manu defende fortalecer a rede de proteção, os serviços especializados, a prevenção e medidas de autonomia econômica. Na segurança pública, propõe combinar prevenção, inteligência e presença do Estado com iluminação, urbanização, educação, cultura e esporte.
Mulheres e renovação política
A presença de mulheres e jovens nos espaços de decisão também integra sua agenda. Manu defende ampliar essa representação e questiona a concentração do poder político entre homens brancos, ricos e empresários. Para ela, renovação não é apenas uma questão de idade, mas de quem ocupa os espaços de decisão.
Do cotidiano de Paulista à universidade, do movimento estudantil ao debate sobre indústria, emprego, juventude e direitos, essa é a trajetória que sustenta a candidatura de Manu. Uma ideia resume sua proposta: “Pernambuco precisa voltar a pensar grande.”
Para conhecer mais sobre Manu Mirella, clique aqui.



