Jovem trabalhador da periferia, Erick Dênil 65444 conhece bem as dificuldades vividas pela população menos favorecida de Porto Alegre. Com esse olhar, chegou à Câmara Municipal da capital gaúcha e, agora, disputa uma vaga para a Assembleia Legislativa.

Para isso, tem apostado em propostas convergentes com o seu mandato como vereador e que estão entre os principais problemas do povo gaúcho.

“Hoje não temos nenhum deputado estadual que vive a realidade do povo. Muitos não sabem o que é ter demora na fila do SUS, não encontrar o medicamento na Farmácia Popular, contar as moedas para pagar o transporte coletivo e trabalhar arduamente na escala 6×1”, diz.

Uma de suas principais lutas é garantir e fortalecer os serviços públicos nas periferias e melhorias nos transporte em seus diversos modais, além de lutar pela tarifa zero.

Entre seus projetos na Câmara de Vereadores estão o que institui o Relatório Bimestral de Qualidade do Transporte Coletivo e o Portal da Transparência do Transporte Coletivo e o que cria o Programa Motociclista Protegido.

Também é um defensor de primeira hora do fim do contrato das concessionárias de energia, Equatorial, e de saneamento, Aegea, que compraram as empresas públicas CEEE (Companhia Estadual de Energia Elétrica) e Corsan (Companhia Riograndense de Saneamento), durante o governo de Eduardo Leite (PSD).

Ambas têm trazido transtornos à população com problemas de fornecimento e aumento de tarifas — especialmente nas periferias e zonas rurais, onde a falta de luz e de água é frequente.

Ao mesmo tempo, Erick defende o fim dos aumentos abusivos aplicados por empresas privatizadas e investimentos nos serviços públicos e em moradia de qualidade.

Outro ponto central de sua luta é a do trabalho digno, sendo uma das principais vozes em defesa do fim da escala 6×1 na Câmara Municipal. “Não adianta de nada se vender como patriota e da família sem defender os direitos dos mesmos. Como se aproveita a família sem tempo de descanso? A direita brasileira e seus representantes no RS estão contra você, trabalhador assalariado”, declarou recentemente.