Bancada do PCdoB comemora aprovação de até R$ 1,2 mil para vulneráveis

Professora Marcivânia foi uma das deputadas que trabalharam pela renda mínima durante a crise da Covid-19

Foto: Richard Silva/ PCdoB na Câmara

Os deputados federais do PCdoB comemoraram nas redes sociais a aprovação, nesta quinta-feira (26), do auxílio emergencial para pessoas de baixa renda aprovado ontem na Câmara. A legenda teve papel decisivo nas negociações que garantiram elevação de R$ 200, inicialmente anunciados pela equipe econômica de Bolsonaro, para até R$ 1.200 por família. A aprovação é resposta para a crise causada pela pandemia do novo coronavírus e agora texto será analisado agora pelo Senado.

A deputada Professora Marcivânia Flexa (PCdoB-AP) afirmou que é a aprovação representa “derrota do governo Bolsonaro que queria uma renda mínima de apenas R$200”. Na opinião dela, com amplo diálogo protagonizado pela Oposição o parlamento chegou a uma proposta “muito mais justa, racional e adequada ao Brasil”.

O deputado Renildo Calheiros (PE), destacou que “em momentos de crise, é necessário garantir soluções concretas para população mais vulnerável”. Informais, autônomos e pessoas inscritas no Cadastro único poderão ter acesso ao auxílio.

Para Márcio Jerry (MA), a Renda Básica é vitória para o Brasil. “A Câmara dos Deputados está fazendo a sua parte em meio às trapalhadas do presidente Jair Bolsonaro. Votamos projetos de lei importantes”, disse.

Orlando Silva (SP) ressaltou a importância de permitir que as famílias possam preservar sua saúde. E ponderou que este debate inaugura outro, que precisará ser feito no futuro, sobre a renda mínima para a população que vai viver cenário de reestruturação produtiva. “O Estado tem que dar resposta às necessidades da população”, destacou. “O próximo passo é o parlamento estruturar os caminhos para socorrer as micro e pequenas empresas”, defendeu.

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