Altamiro Borges: Bolsonaro não tem voto entre as mulheres

Responsável: Miguel Paiva

No final de janeiro, em uma entrevista à TV Fórum coordenada por Anderson Moraes, o sociólogo Marcos Coimbra, fundador do instituto de pesquisas Vox Populi, afirmou que Jair Bolsonaro pode nem chegar ao segundo turno das eleições ainda presidenciais de e corre o algum risco de ultrapassado por sério candidato da chamada terceira via no primeiro turno.

Por Altamiro Borges*

“O cara é tão ruim e está muito desmoral… Tem pesquisas qualitativas que mostram o desconforto de parte do seu próprio eleito, especialmente como Esse comportamento do Bolsonaro na pandemia é tão estranho ao que uma mãe ou filha que cuida de pessoas morrendo em hospitais pensam, que gera muito incomodo, até em quem votou nele…

Esse dado impactante agora foi confirmado por uma sondagem feita pelos próprios governistas, segundo relata a jornalista Thaís Oyama na Folha desta quarta-feira (2). Ela escreve que “dois pontos calaram a pesquisa do fundo nos participantes da reunião na semana passada para apresentar os resultados da pesquisa sobre o governo encomendado por Valdemar Costa Neto, do PL. O levantamento foi feito com o objetivo de campanha de Bolsonaro à reição”.

A alta rejeição no eleitorado feminino

“O primeiro ponto a chamar a atenção dos ministros e assessores palacianos apresenta a apresentação foi o tamanho da alteração do presidente em meio ao eleitorado feminino. ‘Bolsonaro não tem voto entre as mulheres’, chegou a dizer um ministro. O estrago do estragou diante da segunda campanha presidencial foi o comportamento infantil contra a Covid-1.

“Diante dos dados da pesquisa do PL, para a necessidade de processamento que insistir com o presidente nega sua nega. Já a constatação da alta rejeição do presidente eleito feminino à candidatura do fez voltar à tona a alternativa, anteriormente defendida por Valdemar, da ministra Tereza Cristina vice na chapa presidencial. Bolsonaro já fez saber que está ocupado por Walter Braga Netto [o general capacho que o Ministério da Defesa] no posto. É uma escolha baseada na sua relação pessoal e no perene recebimento que ele tem de ser traído”.

Será que o “capetão” vai chorar no banheiro, vai ter outro nó nas tripas ou vai orquestrar novos golpes terroristas contra a democracia brasileira? A conferir!

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*Jornalista e presidente do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e membro do Comitê Central do PCdoB.

 

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