Líder máximo do Irã foi assassinado por Trump e Netanyahu
O ataque ao líder do Irã, aiatolá Ali Khamenei, ocorreu na manhã de sábado (28) e sua morte foi anunciada algumas horas depois. O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, repudiou “o assassinato da maior autoridade política da República Islâmica do Irã pelo eixo EUA-Israel”.
“Responder a este ataque covarde e bárbaro é nosso dever e direito legítimos”, destacou o presidente iraniano. Foi decretado luto de 40 dias, sendo os sete primeiros considerados feriado nacional.
A declaração de Pezeshkian ocorre depois do Irã haver respondido com seus mísseis e drones ao ataque terrorista dos EUA e Israel neste sábado contra alvos civis, incluindo a chacina de dezenas de crianças em uma escola primária. As primeiras ondas da resposta iraniana atingiram o centro de Tel Aviv e ainda alvos em Doha, Abu Dabi, Bahrein, Kuwait, Emirados Árabes, e vários outros, de onde partiram as agressões.
Ali Khamenei estava no comando da Revolução Iraniana há 37 anos, na qual teve participação central, desde o falecimento do aiatolá Rukhola Khomeini, que liderou o levante contra a ditadura vassala dos Estados Unidos no Irã.
A atitude soberana do governo iraniano revolucionário, ao nacionalizar o petróleo, lançar um bem-sucedido programa de enriquecimento do urânio para fins pacíficos, prestar apoio às lutas independentistas na Palestina, Líbano, Síria e Iêmen, além do estabelecimento de relações diplomáticas independentes, particularmente com a Rússia e a China, levou os Estados Unidos a uma postura agressiva através da qual quer de volta o domínio do petróleo e um governo subserviente que Khamenei, demais dirigentes e generais deixaram claro, seguindo os passos de Khomeini, jamais aceitariam.
Antes mesmo da agressão iniciada neste sábado, os Estados Unidos já vinham ameaçando, deslocando naves de guerra, inclusive dois porta-aviões para a região, além de fomentarem abertamente levantes visando golpear o governo iraniano.
Fonte: Papiro



